IstoÉ
Rally da Safra: Produtor projeta menor safra de soja, mas chuva limita quebra
25/jan/2019

A passagem do Rally da Safra 2019 pelo Paraná, nesta semana, ganhou destaque no site da revista IstoÉ. Leia, abaixo, um trecho da matéria publicada no portal.

Rally da Safra: Produtor projeta menor safra de soja, mas chuva limita quebra

Produtores da região norte do Paraná, percorrida na terça-feira, 22, pela Equipe 2 do Rally da Safra 2019, relataram que o veranico (período prolongado de calor e seca) em parte de novembro e dezembro do ano passado deve reduzir a produção de soja da safra 2018/19 em relação ao ciclo anterior, mas não esperam quebras expressivas nas lavouras. Parcela da área plantada em outubro foi beneficiada pelo retorno das chuvas desde o começo do ano. A região planta um pouco mais tarde em relação ao oeste do Estado, e os agricultores com quem o Broadcast Agro (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) conversou ainda não haviam começado a colher.

Para o produtor Nelson Ribas, que planta 213 hectares de soja em Mandaguaçu, a expectativa é colher 45 sacas por hectare, em comparação com quase 60 sacas por hectare no ano passado. “A nossa sorte foi ter plantado um pouco mais tarde. A soja deu uma recuperada”, disse. “Não é uma safra cheia, mas ainda vai granar bem se continuar chovendo.” Segundo ele, as perdas piores na região ocorreram na soja mais precoce, plantada em setembro, mais prejudicada pela falta de chuvas e pelas altas temperaturas. Entre 25 de novembro a 19 de dezembro, não choveu na propriedade. A partir do dia 20 de dezembro, as precipitações voltaram a ocorrer e continuaram em janeiro, mas alguns talhões receberam mais umidade e outros continuaram secos. “A chuva foi muito mal distribuída. Áreas próximas têm diferença grande de volume”, afirmou.

O produtor diz que já negociou em torno de 15% do que espera colher para pagar contas. “Não estou devendo nada. O que eu compro de insumo está pago e a soja restante fica para negociar.” Ele afirma que foi possível negociar a soja por R$ 80 a R$ 80,50 a saca e só não vendeu um porcentual maior por causa do temor de prejuízos climáticos. “Queria vender tudo porque é um preço bom, mas e se eu não tenho soja para entregar?”, ponderou. Ele mostrou apenas preocupação com o reflexo do câmbio nos preços. “Não sei como vai ser a comercialização para frente, com vai ficar o dólar.”

Rally da Safra no Paraná

Leia a reportagem completa em https://goo.gl/cGd5yo

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